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Governo do Estado fez pagamento da obra, afirma Valderico ao cobrar explicações sobre R$ 2,7 milhões

A situação da obra do Canal do Malhado voltou ao centro do debate político em Ilhéus após declarações do prefeito Valderico Junior, feitas durante entrevista ao podcast SuperBlogs na última segunda-feira (11). Segundo o gestor, a Prefeitura terá que investir cerca de R$ 2,7 milhões em recursos próprios para conseguir retomar a intervenção, que está paralisada há aproximadamente três anos. A obra integra um convênio firmado entre o Governo da Bahia e o Município, mas problemas relacionados à prestação de contas da gestão passada acabaram impedindo a continuidade dos serviços.

Durante a entrevista, Valderico reconheceu que o Governo do Estado cumpriu sua parte no convênio ao realizar os pagamentos previstos à administração anterior, comandada pelo ex-prefeito Marão. No entanto, de acordo com o atual prefeito, a Prefeitura não teria executado corretamente a parte correspondente da obra. “Falaram que prestaram contas. Se tivessem prestado, tinham retomado a obra. Nós localizamos o déficit de R$ 2,7 milhões”, afirmou o gestor, apontando inconsistências entre os valores pagos e os serviços efetivamente realizados no canal.

Questionado pelo apresentador Chicó sobre o paradeiro do recurso, Valderico disse que a responsabilidade pela apuração cabe aos órgãos competentes. “Não sei. As investigações ficam com quem tem que fazer”, declarou. O prefeito explicou ainda que a atual gestão precisou revisar toda a documentação do convênio para identificar divergências na execução física da obra. Segundo ele, parte dos serviços teria sido medida e paga sem que a execução realmente acontecesse, o que agora obriga o município a complementar o valor com recursos do próprio caixa.

Ainda segundo Valderico Junior, a Prefeitura já iniciou o processo de licitação para retomar as obras do Canal do Malhado. O prefeito destacou que será necessário regularizar toda a situação da execução para que o Governo do Estado possa liberar o restante dos recursos destinados à conclusão da intervenção. “Nós teremos que tirar esse valor do nosso caixa para fazer o que deveria ter sido feito”, concluiu o gestor, reforçando que a retomada da obra é considerada prioridade pela atual administração.

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