O Brasil alcançou o menor índice de trabalho infantil de sua série histórica, consolidando um avanço significativo na proteção dos direitos das crianças e adolescentes. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, apontam uma redução de 9,2% no número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos submetidos ao trabalho infantil em comparação com o ano anterior. O percentual caiu para 4% dessa população, o menor patamar já registrado pelo levantamento, representando uma conquista importante para o país.
O resultado reforça a importância das políticas públicas implementadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente aquelas voltadas ao combate à fome, à pobreza e à desigualdade social. Programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, têm desempenhado papel fundamental para garantir melhores condições de vida às famílias mais vulneráveis, permitindo que milhares de crianças permaneçam na escola e tenham acesso a uma infância mais digna, longe da exploração do trabalho precoce.
Um dos dados mais expressivos do levantamento está justamente entre as famílias beneficiárias do Bolsa Família, onde a redução do trabalho infantil chegou a 20,1%. Foram mais de 144 mil crianças e adolescentes retirados dessa condição nos domicílios atendidos pelo programa. Os números demonstram como o investimento em proteção social pode transformar realidades e romper ciclos históricos de pobreza, oferecendo oportunidades para as novas gerações.
A marca histórica representa mais do que um indicador positivo: é um sinal de que políticas públicas consistentes fazem diferença na vida da população. Sob a liderança de Lula, o Brasil avança na construção de um país com mais oportunidades, inclusão e justiça social. Reduzir o trabalho infantil significa proteger o futuro de milhões de brasileiros e reafirmar que lugar de criança é na escola, com direito a brincar, aprender e viver plenamente a infância.








