A campanha de Marcelo Carvalho (Rede) ao Senado vem ganhando força na Bahia e ampliando o debate sobre propostas voltadas aos trabalhadores, à geração de renda e ao desenvolvimento sustentável. Professor e dirigente sindical, Marcelo tem apresentado uma candidatura com forte discurso social e defesa de mudanças estruturais, buscando dialogar diretamente com trabalhadores e setores da sociedade que cobram mais proteção e qualidade de vida.
Entre as principais bandeiras apresentadas pelo candidato está a criação de um salário mínimo regional de R$ 1.850 na Bahia, proposta que Marcelo classifica como sua prioridade em um eventual mandato no Senado. Durante sabatina da CBN Salvador, ele afirmou que o piso poderia ser construído por meio do diálogo entre governo, trabalhadores e empresários. Segundo o candidato, o aumento da renda teria impacto direto na economia baiana, fortalecendo o comércio, os serviços e a circulação de dinheiro no estado.
Marcelo também defendeu a substituição da escala 6×1 pelo modelo 5×2, com redução gradual da jornada de trabalho, além de maior proteção previdenciária para trabalhadores informais e de aplicativos. Na segurança pública, pregou a combinação entre combate ao crime organizado e políticas sociais, enquanto, na economia, criticou a privatização de setores considerados estratégicos para a soberania nacional. As propostas reforçam o perfil de uma campanha que busca se apresentar como alternativa política com foco na defesa dos trabalhadores e na redução das desigualdades.
Na área ambiental, o candidato da Rede defendeu equilíbrio entre desenvolvimento econômico, geração de empregos e preservação da natureza, especialmente diante da expansão de projetos de energia renovável na Bahia. Marcelo também destacou a necessidade de maior soberania nacional sobre recursos estratégicos e defendeu uma política externa independente. Com esse conjunto de bandeiras, a campanha vem procurando ampliar seu espaço no cenário político baiano e consolidar Marcelo Carvalho como um nome que pretende levar ao Senado uma agenda centrada nos trabalhadores, na população de baixa renda, nos povos originários e na defesa do desenvolvimento sustentável.








